domingo, 10 de julho de 2016

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por Roberto Cardoso (Maracajá)
Colunista em  Informática em Revista
Branded Content (produtor de conteúdo)
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Jornalista Científico FAPERN/UFRN/CNPq

Plataforma Lattes
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Produção Cultural e Intelectual



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Roberto Cardoso (Maracajá) em/ Roberto Cardoso (Maracajá) in


Roberto Cardoso (Maracajá) em/ Roberto Cardoso (Maracajá) in



Roberto Cardoso (Maracajá) em

Roberto Cardoso (Maracajá) in

























































Roberto Cardoso (Maracajá) em “Jornal Metropolitano”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “Jornal Metropolitano”


Textos publicados no Jornal Metropolitano. Parnamirim/RN.



Roberto Cardoso (Maracajá) em “O Mossoroense”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “O Mossoroense”


Textos publicados no jornal O Mossoroense. Mossoró/RN.



Roberto Cardoso (Maracajá) em “Kukukaya”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “Kukukaya”


Textos publicados na Revista Kukukaya. Revista Virtual.



Roberto Cardoso (Maracajá) em “Jornal de Hoje”

Roberto Cardoso (Maracajá) in “Jornal de Hoje”


Textos publicados no Jornal de Hoje. Natal/RN



Roberto Cardoso (Maracajá) em Informática em Revista

Roberto Cardoso (Maracajá) in Informática em Revista


Textos publicados em Informática em Revista. Natal/RN



Roberto Cardoso (Maracajá) em Publikador

Roberto Cardoso (Maracajá) in Publikador





Textos publicados em Publikador



Roberto Cardoso (Maracajá) em Google+

Roberto Cardoso (Maracajá) in Google+


Textos e imagens em Google+



Roberto Cardoso (Maracajá) em Wordpress

Roberto Cardoso (Maracajá) in Wordpress



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Roberto Cardoso (Maracajá) em Tumbir

Roberto Cardoso (Maracajá) in Tumbir







Textos e links em Tumbir



Roberto Cardoso (Maracajá) em ISSUU

Roberto Cardoso (Maracajá) in ISSUU


Links em ISSUU





Roberto Cardoso (Maracajá) em Linkest

Roberto Cardoso (Maracajá) in Linkest









Links em Linkest


Roberto Cardoso (Maracajá) em Jerimum news

Roberto Cardoso (Maracajá) in Jerimum News


Textos em Wordpress




Roberto Cardoso (Maracajá) em Xananas Blog

Roberto Cardoso (Maracajá) in Xananas Blog


Textos em Wordpress


http://forumaracaja.blogspot.com.br/2016/05/roberto-cardoso-maracaja-em-roberto.html



Roberto Cardoso (Maracajá) em

Roberto Cardoso (Maracajá) in










































sábado, 9 de abril de 2016

Um grupo com olhares críticos e construtivos


Um grupo com olhares críticos e construtivos

PDF 617

 


Em um espaço cheio de livros, no mesmo local já citado anteriormente em outros textos, em um mesmo dia da semana (quinta-feira). E já vemos aqui o início de uma repetição de fatos e locais, e até de algumas pessoas presentes naqueles momentos. Pessoas se reuniram para fazer um olhar crítico, com objetivos construtivos. Aluísio Azevedo, o livreiro que faz parte de algumas academias as margens do rio Potengi, cedeu a palavra para dois personagens editoriais e literários, com pautas anteriores em jornais e revistas (José Correia e Tácito Costa). Mas desta vez o grupo reunido mostrou-se restrito, nem chegou a uma dezena, mas passou de meia dúzia. Os acadêmicos gostam de números para fazerem suas estatísticas, e chegarem a conclusões sobre um gráfico. O princípio do pensamento cartesiano. Dizem que as repetições indicam as futuras repetições dos fatos, tudo provado cientificamente e estatisticamente. Tal como a cartomante que interpreta as linhas, por repetições não anotadas através de estatísticas, mas usam a oralidade, uma outra forma de transmitir conhecimentos.

Na plateia um grupo restrito, uma dupla representando o seguimento feminino, e um quarteto representando o seguimento masculino. Mais os principais que foram já citados. De modo simples havia uma paridade, uma representatividade entre alguns seguimentos. Entre escritores e leitores; editores e livreiros; entre uns e outros. E outros seguimentos não pesquisados a que pertencem os que estavam ali presentes. De uma apresentação citada na agenda, transcorreu o evento como uma mesa redonda, sem coordenador ou mediador. O princípio do respeito da ordem e da fala. E com um grupo pequeno, em uma mesa redonda, usemos o baralho apontando uma dupla e uma quadra. Um par de damas e um four de valetes. Mais a trinca de Ás, que deram início ao jogo.

Uma dupla feminina, as damas. Uma escritora professora, apresentadora mediadora, com cadeira na União Brasileira de Escritores (Jania Souza). E uma advogada, que no nome traz a verdade, com atividades culturais e literárias junto a população carcerária (Guiomar Veras). Escritoras e leitoras, de bulas, receitas e livros. Mães e filhas.

A quadra masculina, os valetes. Um escritor farmacêutico (Damião Gomes), do antigo grupo dos hospitaleiros, quando se originou os atuais hospitais, onde faz o seu trabalho. Um escritor bancário (Marcos Campos) e um escritor de livros infantis (Sebastião Bortoni), dando vida aos personagens de Monteiro Lobato. Um tal de Maracajá (Roberto Cardoso), que dizem ser um cronista, que agora aqui vem traçando essas linhas. E sobre uma mesa de feltro verde, podemos apresentar outros jogos. Algumas cartas já estão no lixo sobre a mesa, enquanto outras ainda podem ser compradas no baralho, com novas rodadas todas elas voltam para o jogo. Basta juntar e embaralha-las, distribui-las, e construir novos jogos.

Sob um olhar crítico percebe-se que no RN, vem formando e formatando diversos festivais. Um festival de festivais em torno da leitura e do livro. Lembrando um festival de bichos, onde já apontamos um Galo, um Preá e um Maracajá. Poderíamos até apontar uma Caravela, que pode ser, um ser vivo no mar ou uma embarcação. Substantivos singulares e plurais.

O festival dos festivais. Festival bibliotecário e festival gráfico, festival editorial e literário, do estado do RN. E o festival do perdido leitor, tal como uma caravela ao sabor do vento. Mas uma caravela controlada pode trazer e levar conhecimentos. Foi assim que os ingleses conquistaram os mares e o conhecimento.

Por falta de capa dura e de orelha na capa, diversas ações em torno do livro vão acontecendo, no RN. E por falta de índice e introdução; apresentação e glossário. Leitores e escritores vão ficando perdidos com as folhas ao vento. Fato muito comum na Era da informação. É preciso encadernar ideias e páginas, para formar um conhecimento.

Tem festival na capital do litoral, e na capital do interior. Tem festival nas praias do Sul e nas praias do Norte. Festival com feira internacional e feira artesanal, feiras em terras de cangaceiros e terras de pipas. Feiras na tromba e no rabo do elefante, nas costas e nas pernas, na barriga do paquiderme norte-rio-grandense. Do cordel ao livro eletrônico; do artesanal ao PDF.

Mas, para entendermos a situação do RN, usemos a história. O RN na esquina do continente recebe em sua história diversos povos, de outros continentes, que chegaram com os ventos. Os que não tinham registros na história contadas em livros, já estavam em terra firme: potiguares e caicós, janduis e jucurutus, e outros povos indígenas. Muitos deixaram registros em pedras e rochas, já promovendo seus festivais literários.

Os que chegaram escrevendo, fazendo registros com tinta e papel foram os portugueses e holandeses. Com arquitetura e engenharia deixaram construções além dos livros e documentos escritos. Inscreveram sua história com o uso das pedras e cimento, criando estruturas fortificadas. Se os povos que chegaram, não foram até as rochas do interior, as rochas em forma de pedras chegaram até eles. Não escreveram em rochas mas usaram as pedras para construir uma linguagem. Usaram a arquitetura, uma antiga forma de literatura.

As primeiras embarcações podem ter chegado ali perdidas, em Natal/RN. E com o uso da escrita, podem ter alterado a história dizendo serem seus objetivos, calculados por estrelas e astrolábios. Depois das naus e caravelas, vieram os vapores, movidos por caldeiras. E depois chegaram os navios, movidos por óleo diesel. Os primeiros aviões vieram nos rastros deixados por embarcações. E chegou Saint Exupéry, aviador e escritor, com os primeiros voos franceses que deram origem a Air France. Natal foi ponto de apoio de voos entre Europa e EUA. Foi porto e aeroporto para povos navegantes. E depois dos aviões postais e comerciais, os aviões militares pousaram em Parnamirim Feeld. Natal vem ao longo de sua história sendo um porto e um aeroporto, recebendo outros povos que navegam pelas correntes de ventos. Hoje fala-se em ter um HUB, para receber os enormes aviões, em outro capítulo na história da navegação (aérea ou marítima). Ainda que diferente, a história se repete, questões de pontos de vistas.

Antes do homem conhecer e estudar, usar os ventos, as aves de já conheciam e usavam nas épocas de migração. Aves podem voar usando sensores magnéticos e correntes de ventos. As naus e caravelas observavam as aves e a bussola, as nuvens e os ventos. E diz a geologia que um dia os continentes eram mais próximos, dando oportunidades a homens e animais de atravessar as faixas de água, que hoje são salgadas.

Natal é uma cidade influenciada pelos ventos. Ventos que aportam outros povos, e pensamentos. E daí tantas ideias ao mesmo tempo, provocando regiões de altas ou baixas pressões, dependendo da temperatura. E tal como o tempo é incerto, ora chuva e ora sol, seguem as ideias e pensamentos com tempestades de ideias (braimstorming).



Texto para: Substantivo Plural


Texto publicado em:



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Enfim, parece que chegamos a virose bacteriana


Enfim, parece que chegamos a virose bacteriana

PDF 578



Já faz um bom tempo que pacientes, dirigindo-se a uma consulta médica, chegavam em postos de atendimento, e aguardavam uma chamada mediante um critério de espera. Entravam para serem atendidos, e relatavam seus sintomas em um consultório, e os médicos baseados em sinais investigados por uma breve anamnese, fazem o diagnóstico de virose. Em outros tempos sem grandes oportunidades de encontrar disponibilidades maiores de médicos, era um consenso popular dos constantes casos de doenças, com características similares, serem identificados pelo povo como um andaço. E a virose foi ocupando o novo espaço, do novo vocabulário do povo. Esqueceu-se o andaço, com algumas diarreias e indisposições. Estabeleceu-se a virose.

Por inúmeras vezes a demora dos resultados dos exames para identificar a citada virose, demorava um tanto de tempo, que ao chegar o resultado, o paciente já estava curado. E o termo virose foi ganhando popularidade e uma generalidade para casos não identificados. Sendo então indicado o repouso, o aumento do consumo de água, e um comprimido de efeito generalizado, sem muitos ou nenhum efeito colateral. Entrou no conceito, no vocabulário e no receituário, o diagnóstico viral. Até o dia que um médico diagnosticou uma virose bacteriana, e o tema circulou em vários sítios da internet. E o fato ficou entre a verdade e o boato, e talvez com um médico cubano. O fato aconteceu durante um grande afluxo de médicos cubanos, como estratégia de solução para o sistema nacional de saúde. Estratégias de políticas de saúde e política governamental, em convencimento e atendimento das necessidades do povo. Verdades ou boatos, viróticos ou bacterianos, parece que agora chegamos realmente no ponto da virose bacteriana, um diagnóstico da sociedade com um amplo espectro de política, economia, esporte e saúde. Com ramificações químicas e biológicas internacionais, uma bio-politica internacional, uma ação de segregação.

As doenças sociais, foram tornando-se epidêmicas. Primeiro foi um dia anual, o dia D de combate à dengue. Agora a sociedade junto com as Forças Armadas, estão no combate ao mosquito. E novas ideias e novas estratégias podem ser detectadas, com uma contaminação de ações e ideias. Há alguns pontos de vistas misturados, tal como os diagnósticos dos médicos. Na dúvida de um diagnóstico, misturam-se todos; o Povo, o Exército, a Marinha e a Aeronáutica.  Mosquitos de altas patentes, colocaram os oficiais superiores nas ruas, distribuindo informações e folhetos. De capitão de mar e guerra a capitão de mar e terra. Por pouco ainda não vimos, brigadeiros trajando um 5º A, munidos de brevê e espadim.

Na era da informação, os excessos de informação, com inúmeros pontos de vistas, podem criar mais dúvidas do que certezas. Mas há os que controlam. Quem enxerga longe, pode enxergar uma estratégia. Talvez ideias tiradas de Sun Tzu e Maquiavel, e até de um breve manual de guerrilha urbana. Criando um inimigo minúsculo, quase invisível, para ocupar tropas e soldados das mais altas patentes e especialidades. E a outra estratégia, é colocar a culpa no povo. Um povo sem informação, sem conhecimento e sem cultura. Com as tropas nas ruas, passaram a população em revista. Mostrou-se a quem servem as FFAA, imagens transmitidas por via satélite para outros países.

Na época do descobrimento, o grande desafio para os exploradores eram as matas e as florestas, com um mosquito tentando impedir os movimentos exploratórios de Entradas e Bandeiras, e outros excursionistas de outros países com exploradores piratas e corsários.

Estratégias contra o mosquito e contra a febre amarela, permitiram a exploração de pedras preciosas e ouro, derrubaram matas, reviraram o solo, mas não exterminaram os mosquitos. Depois de explorados os minerais, abriram caminhos para agricultura e pecuária. E formou-se um celeiro para o mundo, lembrando a Carta de Caminha. Com novos vírus ainda não estudados, a porteira aberta para indústrias químicas e farmacêuticas. A possibilidade de testar novos produtos, químicos, biológicos ou alterados. Vender remédios e receitas.

E a infecção da floresta chegou nas cidades; ou as cidades chegaram nas florestas. Chegou causando dores de cabeças e uma moleza no corpo, com ares de dengo, e a doença foi denominada como dengue, na contaminação urbana. E tal como resfriado que aos poucos se renova e se altera, chegando sempre uma nova safra de vírus modificados ou atualizados, a Dengue obteve novas faces, classificadas por tipos I, II, II e IV. Chegou-se a temerosa dengue hemorrágica.

E agora o mesmo mosquito traz uma nova carga genética ofertando novos vírus, para novas doenças. Onde foram atribuídos novos nomes. Por um lado, diminuiu-se as estatísticas de Dengue, já que novas patologias similares dividiram o pódio virótico. Extinguida uma patologia, surgem outras com o mesmo mosquito, prometendo maiores danos no futuro, contaminando gravidas e bebes prematuros. Começando uma discriminação por turistas gravidas.

A saúde sempre está em primeiro lugar. Mas, doenças com espaços geográficos determinados, por mapas de epidemia, geram uma discriminação entre os povos. A África sempre explorada, já foi acusada de AIDS e Ebola. O Brasil com suas matas, tem o infalível e indestrutível mosquito. Um mosquito que o homem atual não viu em outros tempos, mas afirmam ser ele, em artigos científicos, um estilo literário, com uma linguagem e uma literatura inacessível aos comuns. Dados epidemiológicos e históricos estão guardados em arquivos e gavetas.

Hoje já é possível encontrar aplicativos, para serem instalados em telefones celulares, com informes sobre algumas doenças transmitidas pelo mosquito egípcio. E com este aplicativo seus criadores e gestores podem mapear as incidências, gerando epidemias. O aplicativo permite a auto avaliação e uma auto declaração, em escolher a doença, baseados em sintomas percebidos. Então temos um sistema democrático na palma da mão, com a opção de o gerador das informações ser excluído ou discriminado. Com as informações obtidas, regiões geográficas poderão ser excluídas, não evidenciadas, e até colocadas em quarentena. O povo com celular na mão, identifica a sua patologia e a sua geografia, por tecnologia e GPS.

A mobilização das FFAA contra um mosquito, cria uma meta e uma missão, para defesa de seu povo, em todo território nacional. E como a visão militar entende como missão dada, é missão a ser cumprida, não há mais argumentos para pensar em outras missões, como a de reestabelecer a tão esperada democracia, exterminando corruptos e a corrupção. A presidenta é uma guerrilheira, com currículo ilibado, com pós-doc em Cuba, sabe fazer manobras, manipular as massas. E seu antecessor, no mesmo partido, um sindicalista que faz coleção de doutorados.

Em um dia distante, bem antes da criação da ciência, entendia-se que as doenças vinham dos pântanos... de lá eram emitidos os miasmas que contaminavam a população. Tornou-se necessario implantar o saneamento, afastando a população dos pantanos. Assim já pensavam os antigos romanos. E agora resgatam a ideia atribuindo inúmeras doenças a um único mosquito, quem sabe vindo de micro-pantanos existentes nas cidades.



Enfim, parece que chegamos a virose bacteriana

PDF 578



Texto para Substantivo Plural






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Em 17/02/16

Roberto Cardoso “Maracajá”

Produtor de conteúdo (Branded Content)

domingo, 20 de dezembro de 2015

A produção literária como mercadoria



A produção literária como mercadoria


Revisitando antigos conceitos da economia, vamos encontrar três grandes blocos de produção, de atividades econômicas, e de uma literatura: setor primário, setor secundário e setor terciário. O denominado setor primário, é onde os produtos de valor econômico estão no uso e exploração da terra. Com a descoberta e exploração do território brasileiro, surgiram algumas literaturas, a começar com a carta de Pero Vaz de Caminha. As terras foram descobertas e divididas entre donatários. O momento da propriedade rural, com produção de cana de açúcar, o ciclo do ouro, e outros minerais.

Depois da exploração dos produtos disponíveis na terra, produtos agrícolas e animais podem ser cultivados e criados. E os novos produtos são oferecidos pela terra, com custo e produção calculados. E os produtos da terra dirigem-se ao setor industrial, o setor secundário, com a transformação de matéria prima, o momento da propriedade industrial. O meio rural provocou conhecimentos: plantios, criações e colheitas, com o estudo do tempo. O setor da indústria provocou conhecimentos de transporte, conservação, transformação e industrialização. Estratégias de logística.

Com produtos provindos direto do meio rural, ou das industrias depois de transformados, são direcionadas às cidades, os grandes centros de negociações de compra e venda. E surge um terceiro setor, denominado de terciário, onde o principal ato econômico é uma prestação de serviços, e então é muito comum uma propriedade comercial, para realizar transações de comercialização de serviços e produtos. E nas cidades também foram produzidas as literaturas. Muitas músicas e histórias saíram de bares e restaurantes. Romances mornos e insossos; quentes e ardentes.

Depois de tantos momentos, tantas pesquisas e tantas transformações, tudo que foi feito e observado pode ser transformado em literatura, com sempre foi. Agora em um quarto momento, com o escritor como artesão de tudo que foi visto e armazenado na sua mente. O artesão escritor usa suas ferramentas: lápis e papel ou máquina de escrever; computador e impressora, e outras tantas tecnologias de informação.

Sem o uso de pesquisas ou laboratórios, as informações estão em toda parte, literalmente na palma da mão. Informações plantadas, inseridas e reunidas na mente geram um conhecimento, o feedback do cérebro. O escritor gera um produto, com características próprias, um texto ou uma dissertação. Um livro ou um artigo, caracterizado pela produção de um conhecimento. O texto é único, e tem um dono, um produtor, que detém a propriedade intelectual.

Um texto ou um livro nada mais é que uma mercadoria produzida, onde o conhecimento acumulado foi a matéria prima, processado por mentes auspiciosas e intelectuais. E tal como uma mercadoria, um livro não pode ser apenas colocado em uma estante, como prateleira, de uma biblioteca ou livraria. Todo produto para ser vendido, usado, apreciado e degustado, precisa de estratégias mercadológicas, para vendas, propaganda e marketing. O escritor, o editor e o distribuidor precisam conhecer seu público alvo. Saber onde estão os seus consumidores.

O público consumidor como sempre, tem a liberdade de escolha, comprar um produto completo ou escolher um produto genérico. Fazer dietas e restrições de alimentos e temas. Escolher marcas e embalagens, capas e contracapas, consultar índices e ingredientes. Aceita informações de outros autores ou consumidores, sobre novos autores e determinadas marcas, títulos e mercadorias. Consulta a composição de alimentos e a bibliografia utilizada, para criar produtos e livros. Consulta a safra e a origem da produção, ano e cidade onde foi escrito. Já tem em mente ideias e receitas, culinárias ou medicamentosas.

O leitor, ou o comprador, pode misturar escolhas e sabores, autores e títulos para construir o seu próprio conhecimento. Saberes e sabores. Pode deixar de ser um consumidor de um produto intelectual e tornar-se um produtor de conhecimento. E então terá que buscar e conquistar seus leitores e clientes.

A produção de um livro, bem como a qualidade de um livro, depende do capital intelectual do autor. E a análise do livro a ser lido ou adquirido, depende do capital financeiro ou do capital intelectual do leitor ou comprador, que pode ler e reler um título ou um autor, e emitir uma opinião.

Tudo é uma questão de gosto, conhecimento de especialidades e especiarias; apetite e avaliação.



Em 20/12/15

Roberto Cardoso “Maracajá”

Produtor de conteúdo (Branded Content)







Texto disponível em:







Em 20/12/15

Entre Natal/RN e Parnamirim/RN



por
Roberto Cardoso (Maracajá)
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Jornalista Científico
FAPERN/UFRN/CNPq

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Maracajá

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Crônica de uma foto


Crônica de uma foto 



 Foto com adaptação do texto original
 
Tinha algo inscrito naquele olhar, naquele canto esquerdo da boca. Algo ou alguma coisa ela quis expressar, transbordar, ultrapassar os limites da foto. Uma mensagem, algumas palavras, de um momento ou de um sentimento. Aquele mínimo encostar dos lábios, provocando uma leve ascensão dos lábios unidos. Naquela junção dos lábios denominada como comissura labial, ela fez o traço do desenhista que quer expressar uma emoção do seu personagem em seus dibujos e cartoons.
A pressão exercida pelos lábios superior e inferior provocou uma pequena alteração nas chamadas covinhas do rosto. As covinhas reconhecidas, realçadas e destacadas com um sorriso, por mais simples e sutil que seja. Covinhas são marcas registradas de alguns, tal como sinais, como aquele bem discreto logo abaixo do lábio inferior. Um conjunto de pequenos detalhes marcando um leve sorriso, somado a um olho encoberto pela madeixa que escorria pelo rosto com cabelos lisos, e com traços metálicos preciosos.
Um olhar penetrante, fixo, ligeiramente desviado do centro da foto. Respiração e expressão estática. Com certeza um firmar e um olhar para não perder o foco do ato e da câmera fotográfica que devia estar segurando para fazer um autorretrato. Pescoço levemente inclinado desfazendo uma simetria ortogonal dos retratos para documentos. Uma inclinação necessária e suficiente para a madeixa encobrir parcialmente o olhar. E naquele momento um flash ficou registrado na sua retina e na sua mente.
O corpo tem suas falas e suas linguagens. E a fotografia congela um momento, um instante. As fotografias congelam e eternizam os gestos, os jeitos e os trejeitos do retratado com imagens e mensagens.
Pequenos detalhes percebidos por um simples ato de mudar, e trocar a foto do perfil. Um ato que reflete e transfere para uma rede social o novo estado emocional, o estado de espírito de cada um, naquele momento. A partir daquele momento até que novas mudanças ocorram de dentro para fora e uma nova imagem surja com mensagens de que ela mudou a foto de perfil.


Texto originalmente publicado em:
http://www.publikador.com/sem-categoria/rcardoso277/2014/04/cronica-de-uma-foto/

domingo, 1 de novembro de 2015